Pré - âmbulo.
Meu antro vívido em comparso de abstrato me vem como marco de história infinita,
me traga ao sonho e ao nítido ,
complascente , mas não necessário ,
dias de termos aos vento como cabelos ao ventilador,
tanta dor , tanta dor ,
e o suspiro , me vem a mente ideia em sereno ,
por que não ? por que sim ?
me faça luz ,
me traga a cruz
, eu quero a espada ,
eu preciso do escudo,
me reluto ao luto ,
vomitando grandeza como cabeça de porco,
as sereias esperam a embarcação e os peixes a bicicleta .
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